Domingo, 21 de Novembro de 2010

Enfim, que nome dar a isto

(AGOSTO DE 2010, ENCONTRADO POR ACASO NESTE COMPUTADOR)

Algumas horas e cinco episódios de Sex and the City depois fico em desespero, sem nada para fazer. Estar numa aldeia é chato.
Estar numa aldeia onde não há internet e mal se consegue ter rede no telemóvel é muito chato. Dou por mim a racionar o número de episódios que posso ver por dia, para ter o que fazer no dia seguinte. E aqui percebo que nascer na cidade foi a melhor coisa que me podia ter acontecido. Thank god!

No meio do nada (se não contarmos com as moscas) dou por mim formular a teoria que mudaria o mundo (e certamente faria com que a taxa de natalidade nos países desenvolvidos caísse a pique caso alguém ligasse ao que eu digo): todos os homens deviam ver Sex and the City.
Pelo menos a primeira temporada. E metade da segunda, vá.

Em cada episódio está uma de nós. À procura do homem perfeito, ou simplesmente a tentar esquecê-lo. A enumerar os to-do's e os not-to-do's, um por um.

É o mais próximo de um manual de instruções que podem encontrar.
Vá, corram para a Fnac mais próxima (ou abram simplesmente o utorrent).

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